Skip to content

Londres com crianças

Este texto foi escrito por Daniela Akamine, amiga da Giselle. Ela viajou para Londres entre setembro e outubro deste ano e tem muitas coisas boas para contar! Vamos deixar que ela fale 😉

Olá!

Minha amiga Giselle, do blog de viagem Chicas Lokas, me pediu para escrever sobre minha recente viagem a Londres (setembro/18), dando dicas sobre viajar para o exterior com crianças. Achei o máximo poder compartilhar um pouco da minha experiência! Em primeiro lugar, posso dizer que foi maravilhoso! Todo mundo deveria ter a experiência de viajar! É muito bom! E com quem a gente ama, a viagem só fica melhor! Digo isso, porque muita gente achou que eu tinha ficado louca de viajar para Londres com um bebê de 1 ano e 8 meses… hahaha… Sem contar o mais velho de 10 anos. Não, não é loucura! Se for pra pensar assim, nem saia de casa, pois ir pra qualquer lugar com criança pequena dá um trabalho do cão, mesmo se for ali na esquina. Mas, se você, assim como eu, pensa que toda a experiência de viagem vale por uma vida, leia este texto até o fim e vamos desmistificar um pouco o trabalho que dá!

Pensei em dividir o texto em dicas sobre alguns tópicos que me causaram mais dúvidas na hora de planejar a viagem. Nem é preciso dizer que planejei essa viagem com muuuuiiita antecedência (praticamente 3 anos, mas porque engravidei no meio do caminho e adiei a ida um pouquinho). Vamos lá ao que interessa:

      • Passagem aérea:

É um dos itens mais caros da viagem, mas é cobrada em dólar e não em libra (Thank God!!). Então programe-se com antecedência, pois não há certeza de que promoções apareçam e, no geral, quanto mais perto da sua data de embarque, mais caro fica. As regras de despacho de bagagem tem mudado muito. Recentemente a British Airways (empresa com a qual voei) resolveu cobrar para despachar toda e qualquer bagagem, então fique atenta(o)! Você pode levar um carrinho de bebê até a porta do avião, mas depois ele será despachado junto com as malas. No site da British eles dizem que só pode ir até a porta do avião os carrinhos de fechamento tipo guarda-chuva, mas eu levei um carrinho tipo trambolhão e fui com ele até a porta do avião sem nenhum problema. Mas lembre-se que você só vai pegá-lo junto à sua bagagem. Em Londres o Heathrow Airport é grande, mas tem trem ligando os terminais com o lugar onde você pega as malas, e você não precisará andar muito com o bebê no colo.

Encontre ofertas de passagens aéreas!

      • Hospedagem:

Este é o outro item mais caro da sua viagem. Londres tem hospedagens caras e uma coisa que descobri é que não é tão fácil achar um quarto triplo ou quádruplo, para famílias. Eu não quis ficar em AirB’n’B pois achei meio arriscado com as crianças, caso houvesse cancelamento e eu não conseguisse uma outra reserva de última hora. Achei por bem reservar pelo Booking (pode fazer por aqui pelo blog) e fiz uma pesquisa bem extensa. Londres é dividida em zonas e as principais atrações ficam na zona 1 e 2. Assim sendo, quanto mais longe das zonas 1 e 2 mais barata fica a hospedagem. Mais daí você acaba gastando mais com transporte, pois as tarifas do metrô são diferenciadas por zona e horário de pico. Como eu estava com criança, achei que não valia a pena aumentar o tempo dentro do metrô para economizar nas diárias. É importante também se certificar que você terá acesso fácil a mercado e farmácia perto do hotel, pois com criança pequena sempre é bom ter um aporte de fraldas e leite (no meu caso, fórmula) a qualquer hora (a menos que você leve do Brasil, mas é muito peso, sendo que você pode comprar lá).

The Montana Hotel, onde nos hospedamos
      • Transporte e mobilidade urbana:

Quando cheguei lá também descobri que nem todas as estações de metrô são totalmente acessíveis, ou seja, tem elevador. Algumas tem elevador desde o nível da rua até a plataforma, mas outras nem escada rolante tem! (Lembrando que o metrô de Londres é um dos mais antigos do mundo!). Então, tive que carregar o carrinho trambolhão no muque em alguns momentos (eu não, o marido, na verdade!). Pense nisso na hora de escolher o hotel. O meu ficava a menos de 500m do metrô, mas a estação tinha escada pra descer pra plataforma. Em compensação, tem metrô pra todo lado. Muito conveniente, se você não quiser andar (as crianças, principalmente). O metrô pode ficar cheio em alguns horários e, nesse caso, você deve entrar com o carrinho fechado. Já nos ônibus você pode entrar com o carrinho aberto com a criança dentro, pois no lugar da cadeira de rodas, se não houver ninguém usando, cabem até dois carrinhos abertos. E, obviamente, eu experimentei os black cabs (os táxis pretos, tipicamente londrinos) e adorei! São gigantescos por dentro e você pode entrar com o carrinho aberto e a criança dentro! Muito prático! Além disso, as calçadas são boas e a maioria das atrações já preveem, pelo menos em parte, a presença do carrinho de bebê. É fácil se locomover com um carrinho pela cidade.

Interior do “black cab”
      • Alimentação das crianças:

Esse é um dos tens que tira o sono dos pais, eu inclusive. O meu bebê ainda toma fórmula infantil, do tipo Nan e Aptamil. Pesquisei, ainda no Brasil, qual marca era vendida lá em Londres, em sites de supermercado ou farmácia (Waitrose, Boots e Tesco) e não tive dúvidas: não levei latas de leite, levei o suficiente para alguns dias e comprei o Aptamil lá. No geral, há restaurantes com comidas das mais variadas. E também há fast-foods, em geral bem aceitos pela molecada. Muitos restaurantes têm menu kids e te trazem papel e lápis pra entreter os baixinhos (ótima dica!). Mas se mesmo assim você tiver problema pra fazer as crianças comerem, você pode procurar algum dos vários restaurantes de comida brasileira. Fui e foi minha salvação, pois o meu bebê estava comendo muito pouco. Ele se amarrou no arroz com feijão! A única dificuldade que encontrei foi entrar em alguns restaurantes com carrinho trambolhão. Em alguns é impossível! E não tenha medo de ir a pubs durante o dia com as crianças. À noite eu não testei, mas durante o dia é tranquilo.

Na foto, meu marido está tomando uma Guiness no pub enquanto dá a mamadeira para o pequeno.
      • Atrações:

Não tenha medo, Londres é uma cidade muito “child-friendly”. Até em atrações não tão turísticas, como o Jane Austen House Museum, havia um cantinho para as crianças brincarem. Indiscutivelmente, os museus são uma boa pedida e você encontrará muitas crianças. Recomento o Natural History Museum e o Science Museum (lá tem um subsolo dedicado às crianças pequenas e não tão pequenas). Parques também são excelentes para correr, brincar, se jogar na grama…é tudo de bom. Quando você não puder entrar com o carrinho em alguma atração, é bem provável que exista um estacionamento para carrinhos próximo (no Science Museum e no Cutty Sark foi assim). Confira mais informações sobre o que fazer em Londres!

Regent´s Park
Science Museum

Então, é isso!

Aproveite bem a sua viagem, porque a vida passa rápido e as crianças crescem muito depressa!!!

Se quiser conhecer outros países durante sua viagem, leia o post do blog D & D Mundo Afora com dicas de como ir de Londres a Amsterdam de navio.

A Dani é mãe de dois meninos mega fofos! Trabalha com Giselle, no Inmetro. É Doutora em Biologia e é apaixonada pela sua família. Quando a gente conversa com ela dá até vontade de ter filhos, hehe!

Gostou? Compartilhe no Facebook e/ou Twitter ! Dê aquela moral e siga-nos em nossas redes: Twitter, Facebook, Pinterest e Instagram!



Booking.com

 

Organize sua viagem através de nossos parceiros.  Dessa forma, você ajuda a manter este blog e não paga NADA a mais por isso.

Alugue seu carro com RentCars.

Reserve sua hospedagem através de booking.com.

Escolha seus passeios com TourOn.

Adquira seu chip para celular para uso em viagens fora do país com easysim4u.

Adquira seu seguro viagem com a Seguros promo

Seguro viagem
Não viaje sem seguro! Faça sua cotação aqui e garanta um desconto de 5%!

 

 

passagens aéreas
Confira ofertas de passagens aéreas!